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Reino Unido vai aliviar medidas restritivas no Natal

Written by on 22 de novembro, 2020

Piero Di Maria from Pixabay

Boris Johnson anunciou um novo plano que prevê uma pausa em algumas das limitações de cariz social entre 22 e 28 de dezembro, ainda que isso esteja pendente de um acordo para um calendário semelhante com os restantes países do Reino Unido.

O primeiro-ministro britânico, que permanece em isolamento depois de ter estado em contacto com um deputado que testou positivo para a covid-19, vai explicar amanhã como “vão poder ver os seus entes queridos no Natal”, deixando claro que “esta não será uma época festiva normal”, adiantou um porta-voz do executivo.

Fora do período natalício, as restrições nas regiões mais afetadas pela pandemia serão mais duras do que as que tinham sido impostas em outubro em Inglaterra.

“Os esforços de todos durante as atuais restrições a nível nacional ajudaram a ter o vírus sob controlo, diminuir a sua expansão e baixar a pressão sobre o sistema público de saúde”, afirmou o porta-voz governamental, acrescentando, no entanto, que o vírus continua presente e que não aplicar restrições regionais poderia levar a um novo descontrolo da situação antes de as vacinas e os testes em massa fazerem efeito.

Já o ministro das Finanças britânico, Rishi Sunak, anunciou um reforço suplementar do financiamento do Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS, na sigla em inglês) de três mil milhões de libras (3,36 mil milhões de euros) para ajudar o serviço público de saúde a ultrapassar o impacto da pandemia de covid-19, alertando para o “choque económico” que o país atravessa.

Segundo um comunicado divulgado no sábado à noite, citado pela AFP, o ministro das Finanças vai anunciar na próxima semana um financiamento de mais de três mil milhões de libras por um ano para ajudar o NHS a lutar contra o impacto do novo coronavírus.

Um terço da verba será afeta à recuperação dos atrasos em exames e cirurgias não relacionadas com a covid-19.

De acordo com o ministério, o número de pessoas que aguardavam tratamento há mais de um ano passou de 1.500 em fevereiro para 140 mil em setembro.


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